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                                                           1. Hoje eu sou livre

  • 2. Tempo de mudar
  • 3. Conflitos
  • 4. Na casa de meu pai
  • 5. Coroa de justiça
  • 6. Desejo tanto
  • 7. Oração da Família
  • 8. Larga do meu pé
  • 9. Minh'alma tem sede
  • 10. Não irei
  • 11. A dose mais forte
  • 12. Emanuel




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Apostolo Valdemiro Santiago



01 Mais que um vencedor02 Soldado Ferido
03 Jesuia
04 Ao meu lado
05 Oração de um Homem de Triste
06 última Lagrima
07 Tua Morada
08 Solidão Nunca Mais
09 Oração do Aflito
10 Oração (Apostolo Valdemiro Santiago)









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642 Louvores da Harpa Cristã




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    GLADSLAYNE – CRÊ SOMENTE


    CD Gladslayne - Crê SomenteLista de músicas

    01.Crê somente
    02.Reino contra Reino
    03.Ainda bem
    04.É você
    05.Impacto de Glória
    06.Tabernáculo de Fogo
    07.Quem é Ele?
    08.Tudo, tudo Ele faz
    09.Nuvem de Glória
    10.Face a Face






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    Gladslayne - Louvor do Céu 2007


    Gladslayne  - Louvor do Céu 2007

    Descricao:
    01 Louvor Do Céu
    02 Confie Em Jesus.mp3
    03 Mulheres De Oração.mp3
    04 Eu O Adoro.mp3
    05 Seja Adorado.mp3
    06 Sarça.mp3
    07 Deus Do Infinito.mp3
    08 Deus Te Faz Vencer.mp3
    09 Remedio Do Céu.mp3
    10 Profeta De Deus.mp3
    11 Basta Crer.mp3
    12 Dá-Me De Beber.mp3







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    Harpa Cristã midi e texto


    instalando:

    1º Descompacte o Arquivo ZIP do WinRAR numa pasta selecionada por você.

    2º Despois de descompactar o Aquivo abra a pasta onde foi descompactado o arquivo vá em: COMPUTADOR, DISCO LOCAL C, Harpa Cristã Avivada midi e txt
    Depois de abri as pasta e achar o Harpa Cristã Pentecostal- 640 Hinários escritos, Midi e 45 Corinhos 

    clice 2 vezes nele e escola o local onde vai por os Hinos e pronto vá até o local e ousa seu Hinos.


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    PROGRAMAS GOSPEL!!!



                                                          Meditação Bíblica
     




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    Programas gospel


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    Poemas é para poetas e poeta eu não sou,mas posso dizer que tu senhor é o meu único e grande amor.
    se eu fosse poeta escreveria as poesias mais belas,se eu fosse poeta minha declaração seria a mais bela,mas não sou então na humildade das minhas palavras vou dizer o que eu sinto por ti meu único amor.
    quero te dizer meu amor que minha vida não é nada sem você,que senti minha vida seria um vázio sem fim,te ter aqui é o que me faz feliz jesus.
    mesmo em meio a tantas adversidades você tem sido o meu sustento,em meio ao abandono você tem sido meu abrigo,em meio a dor você tem sido o meu refrigério.
    sem seu amor senhor eu não seria nada,sem ouvir a sua voz seguiria sem rumo,sem você eu não teria por que viver,porque o sentido da minha vida é você.
    sei que sou imperfeita,sei que as vezes eu tropesso e não consigo rapidamente me levantar,sei que as vezes ando ocupada,mas em nenhum momento eu deixo de te amar de em você pensar,em nenhum momento eu quero longe de você ficar porque eu nasci pra ti amar jesus e por ti eu morrerei se for preciso.
    não quero reconhecimento,não quero aplausos,não quero nada mais doque a sua presença na minha vida,eu preciso de você mais que o ar que eu respiro,preciso de você mais doque o sol que me aquece,pois sem você o meu sol não brilha,minha vida é vazia e meus dias não fazem sentido,posso ter tudo jesus mas se eu não o tiver na minha vida tudo que eu tenho não significará nada,porque só o senhor é meu tudo.
    senhor dizer eu te amo pra ti é pouco para expressar o meu sentimento,dizer que você é meu tudo ainda é pouco para te agradecer por tudo o que você fez por mim,jesus não há nada e nem ninguém que eu ame mais doque a ti.
    jesus não sou poeta,e nem quero ser tudo que eu mais quero na minha vida é gritar para o universo ouvir que só tu-es o meu mótivo pra viver.
    escrito por:thaís barboza de jesus


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    Poemas


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    Photoshop CS5 Extended 2010 + Serial






    DESCRIÇÃO: O Photoshop CS5, software padrão da indústria quando se fala em tratamento e manipulação de imagens, aparece com inovações de interface e ferramentas quase inimagináveis.Conhecido principalmente graças à criação de imagens publicitárias e de moda, o Photoshop é útil para diversas áreas, como a fotografia. Claro que é possível consertar muita coisa através do aplicativo, porém em termos de imagem fotográfica, o ideal é ter o máximo de qualidade já na captura e utilizar o programa apenas para acertar detalhes.Porém, as novas ferramentas desenvolvidas pela Adobe para esta versão trazem facilidades até então impossíveis sem muitas horas de trabalho de um tratador experiente, colocando ao alcance dos simples mortais – ou ao menos daqueles que têm condições de pagar os quase 700 dólares pelo aplicativo – os efeitos vistos em revistas e anúncios de publicidade.

     
    Fabricante: Adobe
    Plataforma: Pc
    Gênero: Edição de imagens
    Lançamento: 2010
    Ídiomas: Inglês
    Formato: Rar
    Tamanho: 979 MB
    Serial: 1325-1558-5864-4422-1094-1126 | 1325-1958-5864-4422-1094-1178



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                   PROGRAMAS PARA PC!!!


    Y´z Shadow 1.9

    Y´z Shadow

     1.9






    O Y´z Shadow oferece um painel de configurações que possibilita ao usuário alterar tamanho, opacidade, cor e posição das sombras dos elementos do sistema de maneira fácil e rápida. Além das janelas de aplicativos, menus e barras de tarefa também podem receber sombreamento.
    Menus podem ter sombras e transparência editadasQuem ainda usa o Windows XP, que apesar de ser mais antigo ainda tem muitos fãs, agora também pode alterar a visualização das janelas e menus do ambiente gráfico com sombreamento em todos esses elementos.
    Depois de fazer o download do programa, descompacte-o e acione o arquivo executável. Talvez você receba o diálogo pedindo para escolher o idioma de sua preferência entre inglês e japonês. Escolha a língua usada no programa e clique em "OK".
    Um ícone aparecerá na Bandeja do sistema (systray). Para acessar as configurações das sombras você deve clicar com o botão direito sobre ele, selecionando então a opção “Settings”.
    A janela exibida a seguir oferece os controles para as sombras das janelas de programas. A miniatura posicionada ao centro mostra – em tempo real – o impacto de cada alteração, servindo como pré -visualização do efeito final. Depois de conseguir o resultado desejado, clique em “Aplicar” para que a sombra seja definida como padrão do sistema.

    O mesmo efeito definido para as janelas pode ser aplicado no Menu Iniciar, em menus de aplicativos e outras partes da interface do Windows a partir das outras abas do Y´z Shadow. Nessas abas também é possível impedir que certos elementos recebam o sombreamento. A seção de Menus, especificamente, também permite alterar a transparência destes elementos.
    Caso você não queira que um determinado aplicativo tenha sombras em suas janelas, basta adicioná-lo à lista de exclusão da aba “Exclude” do Y´z Shadow. Para isso, arraste o ícone da lupa existente na aba sobre o ícone – na barra superior, à esquerda – da janela de aplicativo que você deseja excluir da personalização.


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    O pastoreio sacerdotal do pai cristão


    Considero ser pai, a tarefa mais difícil da terra. O pai é diferente da mãe. A mãe sente seu filho no ventre, sente-o crescer, sente as suas pulsações, o pai não. A criança nasce e sua afeição inicial está intrinsecamente ligada a vida da mãe.
    Ela é a protetora, a provedora dessa criança, ainda tão indefesa. O pai observa tudo isto, compartilha de toda essa graça, mas ainda não se sente pai, até aquele dia que ouve dos lábios do filho gerado, a palavra “pai”, ser chamado de pai.
    O pai cristão tem a responsabilidade de formar crianças à imagem de Cristo Jesus. O pai deve modelar para o filho o Senhor Jesus Cristo, para que o filho siga os seus caminhos.
    Podemos chamar isso “o sacerdócio do pai” ou talvez “o pastoreio do pai”. Todo pai é um “pastor” do rebanho que Deus lhe concedeu.
    É interessante traçar os paralelos entre o papel do pastor e o papel dos pais. Vejo pelo menos três responsabilidades paralelas entre os dois:
    I. O pai sacerdote devem conduzir seus filhos a Deus (Intercessão)
    Segundo Atos 6:2,4, uma das primeiras grandes responsabilidades do líder espiritual é a oração. Os pais que oram por seus filhos providenciam alguma forma de proteção para eles contra as doenças do pecado. O pai intercessor ergue paredes de proteção ao redor de seu filho, preocupando-se com seu bem estar, seu relacionamento com o Senhor, pecado, etc.
    O pai que ora continuamente pelos filhos certamente agirá também para protegê-los contra o pecado.
    Mas como orar pelos filhos? Gostaria de sugerir um esboço muito simples que serve como guia na minha oração pelos meus seis filhos.
    s pais cristãos deve orar por pelo menos cada uma destas áreas:
    a) Caráter dos filho (o fruto do Espírito, Gl 5:22 junto com a compreensão da sua identidade como filhos de Deus em Cristo, Ef 1:15-23,3:14-21)
    b) Carreira (orar ao Senhor da seará que use meus filhos para expandir Seu Reino no mundo–Lc 10:2)
    c) Casamento (orar que Deus direcione meu filho ao cônjuge com quem compartilhará sua chamada para o resto da vida)
    O pai sacerdote intercede pelos seus filhos. Mas assim como o pastor, que se dedica à oração e ao ministério da Palavra, o pai sacerdote também se preocupa com o ensino de seus filhos.
    II. O pai pastor deve apresentar Deus aos seus filhos (instrução)
    O pai pastor está sempre ensinando seus filhos pelas palavras, pelas ações e pelas atitudes. É impossível escapar do olhar destas pequenas ovelhas, que admiram tanto seus “pastores”. Sempre estamos transmitindo o que somos para elas. Com tempo, os filhos se tornam o que os pais são. Por isso o “pai sacerdote” tem que reconhecer que ele é um “pai professor”, sempre instruindo seus filhos e vacinando-os contra a doença que chamo “amnésia espiritual”.
    Amnésia espiritual é a doença que aflige os filhos de crentes que não se esforçam em transmitir sua fé para a próxima geração. É a memória de Deus apagada da vida de um filho pela negligência dos pais. Em Dt 6:6-9, nos lemos: “Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.”
    Conforme estes versículos, o pai pastor (instrutor) aproveita toda oportunidade para ensinar seus filhos os valores e princípios bíblicos transmitidos pelo Supremo Pastor. Ensina a Palavra formalmente e informalmente, propositalmente e espontaneamente, em todo lugar e em qualquer lugar, em todo tempo e o tempo todo. Não é um fanaticismo evangélico mas um estilo de vida que avalia toda a vida por uma perspectiva bíblia. “O pai que ama Deus de todo coração, transmite sua fé à outra geração!”
    III.O pai pastor deve disciplinar os seus filhos (Intervenção)
    A última responsabilidade do “pai-pastor” segue naturalmente as primeiras duas. Provérbios 22:6 chama o pai para “ensinar a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele.” Junto com este texto, Efésios 6:4 chama os pais (o termo “pais” designa especificamente homens) a “não provocar seus filhos à ira, mas criá-los na admoestação e na disciplina do Senhor.” Assim como o pastor de rebanho vai atrás de ovelhas desgarradas e às vezes precisa discipliná-las, para que evitem perigos maiores longe do aprisco, os pais precisam intervir na vida dos seus filhos com disciplina equilibrada.
    O equilíbrio entre instrução e intervenção ou seja, disciplina, pode ser entendida por meio de uma analogia. O pai vai na frente do seu filho como alguém que quer cavar uma trilha ou valeta em que o filho pode caminhar. No início, a valeta está muito rasa, e o filho pode sair dela com facilidade. Quando isso acontece, o pai coloca seu filho de volta na trilha cavada com firmeza e amor. Com o passar de tempo, a valeta fica cada vez mais funda, e o filho só poderá escapar dela com grande esforço. Quando isso acontece, o papai o coloca dentro do caminho de novo. Depois de 18 anos, a trilha deve ser tão profunda, que o filho teria que chamar o corpo de bombeiros e uma escadona para sair do caminho do Senhor. É possível, mas não muito provável.
    O pai que realmente ama seu filho precisa intervir quando este deixa o caminho da instrução. Provérbios recomenda o uso da vara, uma consequência artificial mas estruturada pelos pais, para desviar os filhos do pecado. Deve ser aplicada com força suficiente para arder mas nunca ferir a criança. Assim o pai ajuda seu filho a associar o pecado com dor, assim evitando conseguências muito piores no futuro, proporcionadas pela própria vida.
    Muitos anos atrás, resolvi seguir meu caminho, com 9 anos de idade, decidi não ir a Igreja, abandonar os meus padrões cristãos, e não seguir a fé e a doutrina ensina por meu pai. No domingo pela manhã preparei-me para a tão esperada pesca. De posse da minha vara de pescar, fui para o rio, naquela época com muita água, ali na cidade de Mantena-MG. Estava tranquilho pescando, quando senti a dor de uma varada nas costas, era o meu pai. Pegou-me pelo braço e me arrastou até a minha casa, fez vestir a roupa dominical e fui arrastado para igreja. Ele me falou-me as seguintes palavra: “Hoje não entendes o que faço, mas amanhã compreenderás e nunca esquecerás desse ato”. Dou graças a Deus por aquele momento, pelo cuidado e pela disciplina aplicada, que com certeza fez com que permanecesse fiel nos caminhos do Senhor.
    Pais da Igreja Presbiteriana do Sinai, não posso pensar em presente maior que você possa dar a seu filho do que ser um exemplo de seriedade e reverência para com Deus em sua vida. Caminhando com o Senhor, será um referencial inesquecível que ajudará a construir o caráter de seu filho. Você não será perfeito, pois por definição somos imperfeitos, mas a integridade de reconhecer um erro e pedir perdão deverá ser uma marca do pai cristão.
    E assim, juntos, pais e filhos procurando conhecer a vontade de Deus para nosso relacionamento, teremos muito mais chances de acertar!
    Soli Deo Glória


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                                            O líder encorajador


    “Dar resposta apropriada é motivo de alegria; e como é bom um conselho na hora certa!” (Provérbios 15.23 NVI).
    Todos precisam de encorajamento. Mesmo o líder mais determinado, mais habilidoso precisa ser encorajado de alguma forma. Se isso é verdade em relação à pessoa do líder, imagine em relação aos liderados?!
    Todo líder precisa ser um encorajador por excelência dos seus liderados. Precisamos encorajar as pessoas porque:
    • Há dias em que tudo parece sombrio.
    • As pessoas enfrentam ciclos diferentes de vida. Existem dias de montanha e dias de vale.
    • A vida impõe muitas pressões sobre as pessoas, a carga fica pesada e o desânimo parece dominar os corações.
    • O desafio do trabalho a ser feito se torna grande e a vontade de desistir e sair de cena sempre surge como uma opção.
    • Às vezes perdemos o foco e fixamos o olhar apenas nos erros e derrotas aparentes.
    • Normalmente ouvimos mais palavras de desânimo do que de encorajamento no dia-a-dia da vida.
    • Esquecemos que temos recursos sobrenaturais ao nosso dispor e ficamos tentando viver pelo nosso próprio poder.
    Um líder sensível será um líder que encoraja. Mesmo quando é preciso corrigir rotas e rever procedimentos, o encorajamento precisa estar presente.
    A palavra de um líder sempre tem um peso maior do que o normal. Sendo assim, a palavra encorajadora de um líder tem conseqüências muito mais profundas, às vezes inesperadas, se ignoramos esta verdade. Podemos encorajar as pessoas de diversas maneiras, como:
    • Chamando os liderados pelo nome.
    • Procurando conhecer de fato os seus problemas.
    • Permitindo ser acessível a eles.
    • Mostrando a eles que nós também somos humanos e limitados.
    • Reconhecendo o esforço despendido para a realização de uma tarefa.
    • Oferecendo espaço para manifestações e contribuições dos liderados.
    • Oferecendo um tempo de descanso para aqueles que estão cansados.
    • Sendo justo e não fazer acepção de pessoas.
    • Encorajando diretamente com palavras positivas de ânimo.
    Entendo que um bom líder precisa sempre procurar encerrar seus diálogos de forma positiva e encorajadora, pois assim a abordagem inter-pessoal se tornará mais dinâmica e fácil, gerando um clima melhor e mais produtivo de trabalho em equipe.
    O mundo já tem muitas forças geradoras de desânimo, por isso precisamos de líderes que encorajem e sejam encorajados. Que tipo de encorajadores temos sido? Daqueles que diante de um belo dia de sol só enxerga a pequena nuvem escura do horizonte ou somos daqueles que mesmo em meio às tempestades, lembramos que sobre as pesadas nuvens o sol nunca deixa de brilhar?
    Vamos trabalhar por uma atmosfera de encorajamento. Que tal criarmos uma corrente de encorajamento mútuo? Um bilhete, um presente, uma carta, um telefonema, um e-mail, uma declaração pública, um abraço, um agradecimento, um sorriso sincero, um ouvido atento e sensível, uma palavra, um compartilhar de fardos. Vamos nos encorajar uns aos outros e colhamos o fruto dessa inteligente e abençoada prática.
    Antes de encerrar, quero lembrá-lo: não desanime, levante a cabeça, você pode chegar lá, pois o Senhor “é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós.” (Efésios 3:20 NVI).


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    Convite à contrição e humildade


    Assim diz o Alto e Sublime, que vive para sempre, e cujo nome é santo: “Habito num lugar alto e santo, mas habito também com o contrito e humilde de espírito, para dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito”. Pela boca do profeta Isaías (57.15) ouvimos o convite de Deus à contrição e humildade, duas atitudes pouco celebradas em nossa sociedade competitiva e cosmética, que vive de aparências de sucesso efêmero, alegrias artificiais e felicidades de fotografia.
    A contrição é “sentimento pungente de arrependimento por pecados cometidos e pela ofensa a Deus, menos pelo receio do castigo do que pelo amor e gratidão à divindade” (Houaiss). Nunca estamos tão próximos de Deus quanto quando nos enxergamos debaixo de sua santidade onde recebemos uma pequena noção da distância entre sua perfeição e nossa finitude. Sob sua luz de brilho intenso e quase insuportável nenhum mortal permanece em pé, nenhum canto da vida humana fica na penumbra, nenhum mal fica camuflado. O ato conseqüente desta experiência é o cair de joelhos gritando “Ai de mim que sou pecador e meus olhos viram a glória do Deus Santo”, seguido de uma súplica desesperada “Afasta-te de mim, pois sou pecador”, para em seguida ouvirmos a voz doce e suave “Tu és meu filho amado, e em ti tenho prazer”. Jamais ouviremos a voz do Abba enquanto não nos despojarmos de todo e qualquer senso de merecimento e virtude: somente o contrito desfruta o prazer de sentar-se à mesa com o Alto e Sublime.
    A humildade, por sua vez, pode ser compreendida como a “virtude caracterizada pela consciência das próprias limitações” (Houaiss). Não se trata de uma pseudo-modéstia nem uma auto-diminuição diante de quem quer que seja. Humilde não é aquele que se julga inferior aos outros. Talvez o oposto seja verdadeiro, humildade é a capacidade de não se julgar superior a ninguém. A contrição nos esvazia do senso de mérito, e a humildade nos esvazia da necessidade de comparações, pois quem se enxerga pela lente da santidade de Deus não pode tomar o outro como padrão: nem para se sentir menor, nem para se considerar maior. Sob a luz de Deus todos somos o que somos, e se somos alguma coisa, pela graça de Deus o somos. Somos sim, alguma coisa, mas é a graça de Deus que explica o que somos. A auto-desvalorização é uma ofensa à graça que visita nossa contrição e nos confere a dignidade de filhos de Deus. Humilde é quem sabe de si, e sabe de si pela graça de Deus.
    Não se ocupe em aparentar força, demonstrar virtude ou exercer controle. Ocupe-se em cair de joelhos em humildade e contrição. Sua recompensa está prometida: o Deus Alto e Sublime cujo nome é santo estará com você, trazendo alento e ânimo, soprando sobre você fôlego de vida que dissipa toda escuridão de morte, e refazendo sua anima, dando a você uma nova alma, não mais tenebrosa, mas iluminada pela glória do céu.
    Fonte: IBAB


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    Problemas, paradoxos e perplexidades


    Fecha a porta do teu quarto para orar. Esta orientação de Jesus pode significar a necessidade de um ambiente onde os ruídos na comunicação sejam mínimos: nada de telefones tocando, crianças reclamando atenção, chefes cobrando tarefas, religiosos cochichando, rádios e televisores ligados, sinais anunciando e-mails recebidos, sinais de amigos no messenger, gritarias pela casa, ou qualquer coisa que possa competir com a atenção que deve ser exclusivamente dedicada a Deus, que recebe nossa oração.
    Fechar a porta do quarto pode também significar outra coisa, a saber, a busca de um estágio profundo de instrospecção. Abandonar o barulho das vozes, silenciar os pensamentos e alcançar aquela quietude de alma recomendada pelo Pai Celestial: “Aquietai-vos e sabei que sou Deus”.
    Algumas pessoas conseguem apreender apenas aquilo que as palavras traduzem. Estão na camada dos óbvios e naturais da vida. Ficam na cadeia de causas e efeitos e tratam tudo como PROBLEMA: o que dá para montar, dá também para desmontar; o que pode deixar de funcionar, pode também ser consertado; o que pode ser expresso em palavras, pode ser compreendido e controlado. Isso vale para máquinas de lavar, aviões supersônicos, pessoas e relacionamentos, pensam elas.
    Mas há pessoas que vão um pouco mais longe e descobrem que a vida não é tão lógica assim. Tratam a realidade na categoria do PARADOXO. Sabem que duas pessoas podem ter razão ao mesmo tempo, que pessoas podem ser capazes de fazer tanto o bem quanto o mal, enfim, que a vida é muito mais um degradê de cinzas do que um quadro em preto e branco.
    Finalmente, há pessoas que penetram a dimensão da PERPLEXIDADE. Já não se ocupam tanto em compreender, explicar e controlar. Sabem que algumas coisas simplesmente são, sem qualquer explicação aparente ou apesar de todo o absurdo. Sabem apreciar a música e a poesia. Abraçam crianças, rolam no chão com seus cães e ficam extasiados com um pôr de sol. Não precisam de palavras para trocar segredos de amor, sabem como foi o dia dos filhos pelo bater da porta do quarto e se comunicam com os olhos, mesmo estando nos extremos de um salão de festa. Suas vidas estão além das fronteiras da razão e dos sentidos físicos. São sensíveis ao belo, ao bom, ao justo e ao verdadeiro.
    A mente de Deus é, também, lógica e sua sabedoria capaz de oferecer solução às questões mais complexas da existência. Mas a intimidade com Deus se aprofunda no quarto, a portas fechadas, na quietude da alma, onde as palavras funcionam mais para fugas do que aproximações e o silêncio é significativo, como a mais bela das vozes a pronunciar a mais fértil das frases: “Tu és meu filho amado, em quem tenho prazer”.
    Fonte: IBAB


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                  O grande eu sou e os pequenos seus



    O grande pecado do homem é seu desejo de ser igual a Deus: ter nas mãos a prerrogativa de impor sua vontade sobre todas as outras vontades; fazer de si mesmo “a medida de todas as coisas”; ocupar o centro do universo de modo que tudo concorra para seu prazer, conforto e comodidade; afirmar o seu pequeno eu contra todos os outros eus, inclusive o grande Eu Sou.
    O fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal era bonito de se ver, agradável ao paladar e suficiente para dar entendimento. Mas a razão porque Adão e Eva comeram o fruto proibido foi outra: a convicção de aquele fruto faria com que se tornassem iguais a Deus, conhecedores do bem e do mal, e, portanto, capazes de tomar nas mãos a responsabilidade de dizer o que é certo e o que é errado, o que é bem e o que é mal. Em outras palavras, vislumbraram a possibilidade de não depender de Deus para definirem seu jeito de ser e viver. Julgaram que seriam capazes de conduzir o universo à luz de seus próprios critérios. Acreditaram que conseguiriam fazer leis mais justas e adequadas do que as leis de Deus. Imaginaram que poderiam mudar os padrões da criação, fazendo com que todas as realidades se curvassem aos seus interesses e conveniências. Sonharam com o império do pequeno eu. E então morreram.
    Morreram porque foram expulsos do paraíso, isto é, seu relacionamento com Deus, a fonte da vida, foi rompido. Morreram quando saíram de Deus. E Deus não poderia ter evitado, não poderia manter em si mesmo incontáveis pequenos eus egocêntricos. Deus não poderia permitir um universo funcionando para satisfazer os caprichos de incontáveis pequenos eus. Um universo assim seria o caos, exatamente o que vivemos hoje. Por esta razão entregou o homem às conseqüências de sua prepotência, na esperança de que sua saudade do paraíso fosse suficiente para que compreendesse a necessidade da morte de seu pequeno eu, de modo que entregasse a vida novamente aos cuidados do grande Eu Sou.
    E assim chegou Jesus, ensinando os homens a orar “venha o teu reino”, ou “traz o paraíso de volta”, pois acolhemos “tua vontade na terra como no céu”. Eis a síntese da oração: render a vontade do pequeno eu à vontade do grande Eu Sou.
    Fonte: IBAB


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                       Lutando com DEUS


    Jacó lutou com Deus no Vale de Jaboque. Disse a Deus “não te deixarei ir até que me abençoes”. Literalmente, saiu no tapa com Deus, e levou a pior: foi ferido no nervo da coxa e passou o resto da vida mancando. Mas foi abençoado, e nesse sentido se deu bem. Seu nome deixou de ser Jacó, que quer dizer “aquele que age traiçoeiramente”, e passou a se chamar Israel, “aquele que luta com Deus”.
    A pergunta por trás dessa história é por que um homem tem que lutar com Deus para ser abençoado? Estaria Deus se recusando a abençoar? Teria Deus má vontade em fazer o bem? Seria o caso de Deus não ser tão generoso quanto queremos acreditar? Será que as bençãos de Deus nós as conquistamos às custas de muito esforço, através de vigílias de oração, correntes de fé, jejuns, sacrifícios com ofertas financeiras, penitências, e tantas outras expressões próprias das religiões? Seria a nossa parte “tomar posse” das bençãos e a parte de Deus dificultar ao máximo o acesso aos seus favores para que somente os muito perseverantes os alcancem? Precisamos mesmo reivindicar o que é nosso? Enfim, por que a Bíblia diz que Jacó lutou com Deus até ser abençoado por Ele?
    A luta com Deus não se justitifica pela necessidade de convencer Deus a abençoar. A luta com Deus não visa a mudar o coração de Deus em relação a nós e nossas necessidades e desejos. Lutamos com Deus porque queremos ser abençoados em nossos termos. Lutamos com Deus porque não queremos permitir que Ele transforme nossos corações e mentes. Lutamos com Deus porque nos recusamos a mudar. Lutamos com Deus porque queremos os favores de Deus e ao mesmo tempo queremos permanecer as mesmas pessoas que sempre fomos, agarradas aos mesmos vícios, padrões de pensamento, idéias fixas, comportamentos maléficos e sentimentos mesquinhos. Lutamos com Deus como quem diz “anda logo, responda a minha oração, atenda os meus anseios e não se meta na minha vida”. Lutamos com Deus porque queremos impor sobre Ele nossa vontade, em vez de nos submetermos à sua vontade, que é sempre boa, perfeita e agradável.
    O evangelho não é um caminho de conquista de bençãos. O evangelho é um convite à intimidade com Deus, numa caminhada onde nossos corações e mentes vão sendo transformados de modo a nos ocuparmos tanto com o reino de Deus, a justiça de Deus e a glória de Deus, que nem nos damos conta que as coisas que desejamos Deus no-las concede como expressão de seu cuidado paterno amoroso e fiel.
    Fonte: IBAB


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    O Pastor 171, a Ovelha Burra e o Bode Ganancioso


    O velho pastor chamou em seu escritório o jovem rapaz que lhe auxiliava nos trabalhos. Aquele menino era o seu braço direito e ele queria passar os segredos do seu sucesso, até porque, para dar vôos mais altos e expandir o negócio, quer dizer, a igreja, ele precisaria dividir seus conhecimentos.
    – Meu filho, ouve agora as minhas instruções e dá ouvidos às minhas palavras. O que vou te dizer agora e de suma importância para você vencer na vida.
    O discípulo achou estranho, mas gostou da confiança que lhe estava sendo imposta.
    – Existem dois tipos de pessoas: a ovelha burra e o bode ganancioso. É com este tipo de pessoas que você deverá trabalhar – sentenciou o velho para aquele jovem com olhos arregalados de surpresa.
    Enquanto o jovem se ajeitou na poltrona para ouvir melhor, o pastor continuou.
    – Para você conseguir sucesso, fama, e dinheiro primeiro você precisa se cercar de umas mulheres mal amadas. Estas cujos maridos são totalmente ausentes, desinteressados, beberrões e que dão mais valor aos amigos do que as esposas. Elas serão fiéis a você e não deixarão que falem mal de você.
    O jovem se aconchegou ainda mais na poltrona, coçou o queixo e continuava a olhar fixamente no mestre.
    – Vou te falar da ovelha burra. Este tipo de gente não lê a Bíblia e acreditará em tudo o que você falar. Use especialmente textos do Velho Testamento para arrancar o dinheiro delas. E não tenha medo. Seja ousado! Peça muito. E faça parecer que isto é um gesto de dedicação a Deus. Um gesto de fé. Na sua burrice, elas não vão questionar você.
    O jovem continuava calado, meio descrente, meio surpreso, mas já vislumbrando o seu futuro.
    – A estrategia para com os bodes gananciosos é diferente. Faça parecer que eles sempre irão levar vantagens. Peça dinheiro, bens, carro, casa, joias… Tudo o que eles tiverem. Mas faça parecer que eles irão ganhar o dobro se derem para Deus, quer dizer, para você. O ganancioso é a vítima mais fácil porque mesmo as vezes sendo inteligente, eles são mais facilmente enganados justamente por causa da ganância
    A esta altura o garoto já sorria maliciosamente. Fora fisgado pela fala do mestre.
    – Por último, desenvolva a arte de fazer as críticas parecerem perseguição. Mais cedo ou mais tarde alguém vai denunciar ou criticar você. Quando alguém cair em si e sair do seu redil, diga que não obteve o que queria por causa da falta fé. Você precisa fazer tudo parecer um gesto de fé. Assim poderá culpar os críticos de falta de fé.
    – Mas pastor… – Tentou dizer algo o jovem aprendiz.
    – Ainda não terminei. Viva no luxo. Tenha do bom e do melhor. Tire exemplo das novelas. Já viu pobreza e coisa feia nas novelas? Lá tudo é lindo e maravilhoso. Não tem miséria. O bode ganancioso e a ovelha burra acham que isto é que é sinal da bênção de Deus.
    E assim a conversa se estendeu por um logo tempo. Trocaram ainda algumas considerações finais e o mestre despediu seu pupilo. Saindo para casa, após caminhar alguns metros um senhor se dirige ao jovem.
    – Moço, um folheto da Palavra de Deus pra você.
    O jovem pensou em recusar, mas visto que poderia fazer aquele velho tentar argumentar, aceitou. Continuou seu caminho e antes de jogar o folheto no chão, deu uma olhada no título:
    “Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”
    Autor: Pastor Vinícius
    Fonte: Estudos Gospel